sexta-feira, 25 de junho de 2010

Definitely, Maybe

Mais um filme, mais uma história. Um filme que vai encontrar uma citação de Charlotte Brontë, da obra Jane Eyre:

"The human heart has hidden treasures, in secret kept, in silence sealed. The thoughts, the hopes, the dreams, the pleasures whose charms were broken if revealed".

Todos temos os nossos segredos, somos incapazes de viver sem eles. Funcionam como máscaras, essas, vão mudando ao longo do dia, somos vários num só. A diversidade unificada que daqui advém está guardada no segredo mais íntimo que alguma vez nos será entregue (não podemos escolher se o aceitamos ou não, não nos é perguntado, e este é nosso, não é de mais ninguém).

Podemos ser hipócritas e pensar/verbalizar que nunca nos "retocamos" em determinadas situações diárias, que nada se altera independentemente do que acontece ou está para acontecer. De facto, ao retirarmos a mascára e disponibilizarmos todos os detalhes, por vezes, o encanto é destruído. Mas tal coisa pode não acontecer. Quando conseguimos estar "nus" perante alguém, sem qualquer retoque, sem qualquer alteração forçada, sem qualquer tentativa de causar uma boa impressão pelo que não somos, é sinal de que algo está bem. Isso seria tanto melhor se fosse verificado nos dois lados da equação, se esse alguém sentisse o mesmo e se abrisse como nós o fazemos.

Poderiam os pensamentos, as esperanças, os prazeres ganhar encanto se revelados?

Definitely, Maybe.


terça-feira, 22 de junho de 2010

P.S. I love you

Acabei de ver um filme. Dele, retiro esta frase (possivelmente distorcida):

The truth is: "Kissing you will be the end of life as I know it"

Quando procuramos nunca encontramos. Quando não procuramos tudo o que queremos "cai" à nossa frente. Pelo menos, com algumas coisas é assim que funciona. Infelizmente, não funciona com tudo.
Mesmo sabendo que não é assim que as coisas se processam, tem de existir esperança de que um dia há-de ser assim.

Quase fazia sentido. Resumia-se ao seguinte: façam sempre o mesmo que um dia conseguem. Mas não, o que se pretende é: acreditem que um dia vão conseguir.

A verdade é que elas não sabem o que querem e isso está comprovado cientificamente (ou passou a estar neste instante) e nós temos de nos sujeitar. É triste mas é a verdade. Quer dizer, o amor nunca será triste, por vezes, quem ama é que, de tão feliz, parece triste. Nós não nos sujeitamos a ninguém, sujeitamo-nos a algo e, por mais que elas não saibam o que querem, nós também não.

Hoje sei o quero, assim como ontem e provavelmente amanhã. Ela não.

P.S. I love you


domingo, 20 de junho de 2010

Tu

És e sempre serás,
Porquê não sei, mas sei que serás.
És tudo o que sempre quis,
Mas Tu nunca percebeste, ou fingiste?

És a perfeição impossível de atingir.
És a beleza que não existe e se centra em ti.
Em duas palavras: és Tu!