quinta-feira, 8 de setembro de 2011

By your side

By your side I’ll always be,
Like a river to the sea.
Just let me hold you,
I swear I won’t try to control you.

Nobody’s perfect ,
Neither you nor I,
I’m trying to comfort you
Just don’t be sad, smile
And you’ll make my life worthwhile.

You think this is gay but you’ll like it.
I can’t be silent, sorry,
Since the mouth can’t say it
The heart sure will…

You triggered this,
Don’t you regret it
Cause we’ll be here to face it

I don’t want to become repetitive
Nor to sound very poetic
I’ll just say: I love you

sábado, 13 de agosto de 2011

Amor

Queixava-me porque não escrevia. Agora queixo-me porque escrevo. Quando dói escreve-se mais facilmente, é chato. Não quero discutir a ausência de posts mas sim a ausência de outra coisa, coisa essa tão mais importante que faz com que a relevância de um post seja aproximadamente zero (a não ser que o post seja sobre ela).

Uma pessoa apaixonada é perigosa, está necessariamente dependente de outra. Tudo o que faz acaba por tender para a pessoa sobre a qual recai a tal paixão, o tal amor (e não são precisos ímans, ou eles estão lá e não os vemos?). Dizem que o amor é lindo, mas não sabem o que dizem, aliás muito é dito e pouco é pensado. Não que o amor não seja lindo não me interpretem mal. Mas se o queremos qualificar não podemos parar por aí: ele é perverso, complicado, imprevisível, instável...

Mas esperem, o problema não está no amor em si, está na relação que se estabelece à volta dele. Nós deformamos tudo, é inevitável. Apesar disso, o pior é quando nos tiram a pessoa, acaba-se a relação e ficamos só com amor em estado bruto, sem deformações. E digo que é o pior porque a ele junta-se a ansiedade, a saudade, o medo, a dor... Um estrangulamento interno que não conseguimos parar e pedimos a quem o consegue que pare (por favor!)

Entretanto os olhos ficam vermelhos, a voz embargada e o coração apertado e nós, nós só queremos uma coisa... Agora tenho quase a certeza que não há ímans. Se existissem não estava a escrever.

Isto para dizer que te amo. Agora ouve...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Faraway, so close!

A cabeça nunca entra de férias. Temos de viver com isso.

Este é para ti que me segues e de quem vou ficando perto, porque não consigo estar longe. Não, não é uma declaração de amor, é uma declaração do respeito e tudo o que sinto por ti. Não, não é para ficar bonito, nem coerente é para ficar sentido e verdadeiro. No dia-a-dia há coisas que ficam por dizer que deviam ser ditas e fico contente por cada vez ficarem menos por contar. Nunca fui bom com tabus e não vai ser agora que essa realidade se vai inverter. Sei, porque confias em mim e tu sabes tudo, porque confio em ti.

Com o tempo vou interiorizando outro elemento neste elo de confiança, um elemento que há muito interiorizaste e de quem cada vez gosto mais! Sabemos quem é o elemento porque "sabemo-nos" um ao outro. E é isto que quis escrever para não ficar por dizer.

"Há coisas que nunca mudam", e "diferente não é necessariamente pior" disse alguém que conheço e agora que estou mais crescido percebo perfeitamente. Não fica pior porque não deixamos e vamos continuar a não deixar.

Estás cá há algum tempo e vais continuar a estar, cada vez melhor e agora levas qualquer coisa contigo "à distância de um click" - o melhor slogan que alguma vez vai aparecer neste blog.

Amor pode significar: afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atracção, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, etc. Amar também tem o sentido de gostar muito.

Afinal até pode ser uma declaração de amor, não podemos acreditar em tudo o que lemos, mas aqui a maior parte é verdade!


"[We] can go anywhere..."

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Problema

As pessoas fartam-se do que as faz sofrer. Se puderem, vão evitar problemas. O ponto é: e se formos nós o problema? Nesse caso é fácil encontrar dois desfechos.

No primeiro (e vou ser simpático no primeiro, até porque não há necessidade de ser pessimista e depressivo logo no começo) o problema deixa de o ser, as pessoas apercebem-se do que fazem, amadurecem, crescem, perdoam, se for caso disso, e, quem sabe, até esquecem. Numa segunda perspectiva (não tão simpática, menos colorida e optimista, aliás, há quem a chame de realista, sendo que aqui não será feito esse tipo de juízos) o problema adensa-se, as pessoas não se enxergam, não vêm em si o problema e transportam-no para o outro (o que quer que este seja).

Bem, tudo muito interessante. O problema é objectivo? Não! Depende do sujeito, para ti o problema sou eu, para mim és tu (deixa lá, é mútuo). E é este pormenor que torna a situação instável e precária. Isto porque, normalmente, uma das pessoas tem mais razão que outra, uma das pessoas é, de facto, o maior dos problemas. Pois... e quem é que a convence disso?!

Tem piada que o perdão acaba por estar sempre embrulhado neste assunto: ou o problema é perdoado e deixa de o ser, ou perdoa e seja o que Deus quiser. Mas nem isto é linear. "Porque raio sou perdoado se não fiz nada?". E nem sempre perdoar tem um desfecho imprevisível, muitas vezes é até muito previsível...

Conclusão: Não sejas um problema, mais tarde ou mais cedo (se tudo correr bem, ou mal) dão cabo de ti.