Porque não?
Sei porquê mas não quero,
Quero mas não consigo,
Consigo mas tenho medo.
Sabes e não queres,
Ou queres e não sabes?
Sei porquê mas não quero,
Quero mas não consigo,
Consigo mas tenho medo.
Sabes e não queres,
Ou queres e não sabes?
Esta explosão de sentimentos é arrebatadora e o medo transtorna. Voltamos ao mesmo de sempre, à rigidez de um cérebro que impede os impulsos mais fortes e os torna incapazes do que quer que seja. Sem mais nem menos deixamos de querer saber qual seria a resposta e passamos a pensar que não estamos tão mal quanto estaríamos perante um acontecimento menos favorável que poderia vir a acontecer. Mas a verdade é que estamos no pior de todos os estados: assustados, transtornados e a viver numa ignorância perigosa.
Então e se:
Então e se:
Sabes, queres e também tens medo,
Um medo que não me é estranho,
Que nunca pensei ver em ti.
Agora vejo:
És forte mas implacavelmente frágil.
E eu?
Sinceramente não sei.
Um medo que não me é estranho,
Que nunca pensei ver em ti.
Agora vejo:
És forte mas implacavelmente frágil.
E eu?
Sinceramente não sei.