sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Noite / Luz

Escuridão.
Confusão de vultos imperceptíveis,
Arremesso de opiniões infundadas,
Fragmentos perdidos, dispersos, incompreendidos...

Não sei onde estás,
Não te vejo, não te oiço,
Nada em mim reage a esta falta de impulsos.
Preciso sentir-te!

Apareces.
E contigo uma luz,
Uma luz límpida e cintilante,
Uma luz efémera e inebriante

Mas onde estavas?
Estavas onde estou.
Desaparecido na noite,
Neste emaranhado de emoções
Que és tu,
Que sou eu,
(Que somos nós...)

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