Uma palavra de três sílabas que, por si só, causa uma imensidão de reacções. Todos sabemos o que quer dizer, mas mais importante do que isso, sabemos o que é sentir essa palavra, nuns momentos mais, noutros menos.
Temos sorte de saber dar nome ao que sentimos, mas não é por isso que deixamos de sofrer, apenas sabemos e podemos dizer aquilo que nos faz sofrer. É por isso, que só de pensar magoa, irrita, enerva e revolta. Mas, afinal de contas, não podemos culpar nada nem ninguém, essa pequena palavra não é nenhuma entidade, aliás, parte de nós, ou seja, se queremos culpabilizar alguém basta olhar para dentro.
Embora seja responsável por uma revolução interior, não é necessariamente algo de mau. Fico contente ao saber que sinto saudade e que a sentem por mim, quer dizer que sinto falta de alguém (existe alguém com quem estou feliz) e que essa falta pode ser recíproca. Para existir tal sentimento, alguma marca tem de ter sido deixada. Nesse caso, neste momento, não devo ter espaço para mais marcas. É como um sufoco, o coração apertado, os olhos avermelhados... uma constante que persegue e dificulta a nossa existência e ao mesmo tempo a facilita (para existir algo de bom aconteceu antes).
Sinto falta do "olá", do "até já", coisas simples que tenho onde estou, mas que, por virem de outras pessoas, não significam o mesmo. Não que o destas novas pessoas não seja bom, mas porque o das outras o era e deixou de o ser porque desapareceu. Pior se torna quando pensamos nas conversas, nos abraços, nos aconchegos, num verão mágico num local paradisíaco que chegou ao fim.
A todos o que sentem o que sinto e lêem o que escrevo, boa sorte.
Embora seja responsável por uma revolução interior, não é necessariamente algo de mau. Fico contente ao saber que sinto saudade e que a sentem por mim, quer dizer que sinto falta de alguém (existe alguém com quem estou feliz) e que essa falta pode ser recíproca. Para existir tal sentimento, alguma marca tem de ter sido deixada. Nesse caso, neste momento, não devo ter espaço para mais marcas. É como um sufoco, o coração apertado, os olhos avermelhados... uma constante que persegue e dificulta a nossa existência e ao mesmo tempo a facilita (para existir algo de bom aconteceu antes).
Sinto falta do "olá", do "até já", coisas simples que tenho onde estou, mas que, por virem de outras pessoas, não significam o mesmo. Não que o destas novas pessoas não seja bom, mas porque o das outras o era e deixou de o ser porque desapareceu. Pior se torna quando pensamos nas conversas, nos abraços, nos aconchegos, num verão mágico num local paradisíaco que chegou ao fim.
A todos o que sentem o que sinto e lêem o que escrevo, boa sorte.
(Uma música que canaliza este sentimento, em mim, neste momento)
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